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Citroën GS (1970-1975)

O GS foi um dos carros com maior quantidade de itens tecnológicos na época de seu lançamento, no seu segmento e até em segmentos superiores. No início da década de 70 o segmento de modelos médio contava com muitas opções com tração traseira, sem muito conforto e muito menos tecnologia.

O GS chegou a alterou o padrão do modelos médio europeu na época. Seu motor de 1050 cc contava com a mesma concepção do 2CV: boxer com refrigeração a ar. A diferença é que o GS tinha 4 cilindros opostos.

Seu desenho, obra de Pininfarina, contava com linhas extremamente aerodinâmicas e originais, que seguiam o DNA da marca francesa na época. O potência máxima ficava acima dos 55 cv, com a velocidade máxima atingindo os 147 km/h.

O freio a disca estava presente nas quatro rodas, algo quase impossível de se ver em modelos deste porte na época.

O interior era futurista, não havia nada igual no momento. O volante contava com braço único e o painel , com fundo branco tinha desenho inovador. A alavanca de câmbio ficava no centro do carro e havia muito espaço para os ocupantes. Haviam dois níveis de acabamento: Confort Luxe.

Em 1973 ele receberia o motor 1,2 litros com cerca de 60 cv de potência. Uma opção de câmbio automático também apareceria neste ano.

Em 1974 o motor Wankel rotatório entrou no leque de opções. Neste ano o interior também ganhou várias alterações e mais luxo para os ocupantes.

O ano de 1975 marcou a chegada das versões X, com mais de 65 cv de potência. Depois disso o caro foi recebendo poucas alterações, inclusive visuais, até 1979, quando entrou em cena o GSA, com a mesma carroceria, mas grandes alterações mecânicas. As linhas do GS ficaram ativas até 1986, quando a produção do GSA foi interrompida.

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