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Lavagem a seco – o processo causa dano à pintura do veículo?

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A falta d’água está fazendo com que o serviço de lavagem de carros sofra um grande impacto. Existem campanhas na internet que incentivam o consumidor a não lavar os carros enquanto não voltar a chover. Tudo isso porque, em uma lavagem tradicional, são gastos cerca de 300 litros de água.

Mas deixar o carro sujo, acumulando poeira e resíduos que acabam com a pintura, também não é o ideal. Como ser sustentável e se preocupar, ao mesmo tempo, com a manutenção do carro? Uma alternativa tem sido a lavagem a seco, que proporciona a limpeza do veículo de forma rápida e em qualquer local. A pergunta é: esse processo causa algum dano ao veículo?

Segundo Weslley Ruiz da Silva, coordenador de repintura da marca Glasurit da BASF, não existe restrição ao uso do sistema de lavagem a seco, pois, em grande parte das situações, o procedimento pode ser realizado sem danos à pintura. “A modalidade a seco pulveriza na pintura um produto que contém deslizantes para redução do atrito e cera teflonada que aumentam o brilho. Essa combinação, associada a flanelas especiais, reduz bastante a possibilidade de riscos na pintura”, afirma.

É importante destacar que, em caso de veículos altamente impregnados com resíduos de asfalto, barro, fuligem e seiva de árvores, barro e areia de praia, por exemplo, o serviço de lavagem a seco não é viável, pois o processo será extremamente lento e com possibilidades de causar arranhões na pintura.

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